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A pedido do Ministério Público do Estado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). A quebra de sigilo foi determinada há mais de três meses, em 24 de maio, mas divulgada apenas nesta terça-feira (31). Com informações do Diário do Poder.
Ele é investigado há mais de dois anos por suposta prática de “rachadinha” e de nomear para cargos em seu gabinete, na Câmara Municipal do Rio, pessoas que não frequentam o local de trabalho.
A investigação que resultou na quebra de sigilo do vereador e de outras 26 pessoas e sete empresas foi determinada pela da 1ª Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do TJ-RJ com base em notícia de jornal.

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