Desta vez, o motivo foi se refestelarem na fosforescência do primeiro ano de funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento – UPA e como bons narcisistas, pessoas movidas por uma excessiva necessidade de atenção e admiração, cometeram o maior dos males da representação política contra a sociedade, o da perda do sentido de realidade.
Loucos para fazerem logo as fotos que iriam para as suas redes sociais, Gustavo e Fabielle não enxergaram o mínimo do profundo caos em que está afundada a imensa maioria da população assuense e a própria UPA. Não é apenas a gritante estatística de mais de 38 mil atendimentos na única Unidade de Pronto Atendimento do município em um ano, dado que grita por si só dizendo que a população está doente de doenças novas – COVID e velhas – dengue, por exemplo, em um atestado de que os serviços públicos de saúde não estão funcionando satisfatoriamente. A UPA vive a penúria de funcionar um ano todinho sem um laboratório de análises clínicas e a tristeza de comemorar seu primeiro aniversário com o raio-x quebrado.
Ademais, viva o SUS! Viva a ciência! Viva todos que estão na linha de frente cuidando da população, se dedicando incansavelmente para vencer a batalha contra a covid. Claro que se não fossem os políticos malabaristas e a espetacularização da política tratar as novas e velhas doenças seria menos cansativo.
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