A arte da fotografia perde um dos maiores profissionais da terra dos poetas.
Faleceu na manhã de hoje o cidadão assuense Teté Amorim, no Hospital Wilson Rosado, em Mossoró.
Engana-se quem acha que para se fotografar é preciso apenas apertar o botão de uma máquina fotográfica. A verdadeira fotografia vai muito além de um clique, ela é o registro de um momento, de uma cena escolhida pelo olhar do observador. Na fotografia é possível congelar um movimento, analisá-lo em seus detalhes e guardá-lo por muito tempo.
Uma fotografia boa é aquela em que se consegue expressar as emoções e detalhes presentes em um momento. E para isso é preciso que o fotógrafo observe os detalhes e dê o clique no momento oportuno.
Teté Amorim marcou época de ouro da sociedade assuense nos anos 70 e brilhou como profissional de gabarito servindo como exemplo para grandes artistas que hoje militam no ramo.
Quero externar o meu pesar pelo falecimento de Teté e abraçar toda a família que ora passa por esse momento de dor e tristeza.
A informação do fatídico acontecimento do falecimento de Teté, me foi passada pelo o amigo Charlles Degoule.
José Regis de Souza
REGIStrando
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