sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Quando a burocracia é a justificativa para saciar a fome


A fome é  um  fenômeno mundial e todos nós temos uma parcela de culpa, os governantes por não conseguirem resolverem o problema, e nós pelo comodismo e  a falta de solidariedade. Se referindo ao nosso município, é notório o empobrecimento das famílias nos últimos anos dado a seca, a diminuição dos empregos nas empresas que prestam serviços a Petrobras e na fruticultura.  

O fato ocorrido ontem 7, em nossa cidade nos carece de uma profunda reflexão, uma senhora pobre, faminta suplica por comida e não é dado ouvido. Não precisa ser prefeito, vereador ou secretário, basta ser cristão e acolherás quem  clama  por comida. O que não aconteceu na prefeitura, nem na  presidência da Câmara Municipal nem na SEMTHAS, instituição responsável pela assistência social. O que temos observado é que está muito claro o modelo administrativo adotado em nosso  município. Sendo pobre os rigores da Lei, não pode, não deve, não é permitido. Para os ricos as facilidades das Lei, e os benefícios  ocorridos de forma que fere a Leis. Na verdade a Lei e a burocracia para os pobres famintos, facilidades para os apadrinhados. Choro, lastimação, sofrimento, sede, fome e humilhação, aumenta nos lares dos nossos munícipes. É fato.

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