Gastança na Câmara de Vereadores do Assú com apadrinhados vai custar quase R$ 2 milhões

Depois de acertar o ‘pacote de bondades’ do prefeito Gustavo Soares com a farra de cargos comissionados na administração municipal, o presidente João Wálace caiu em campo para convencer todos os vereadores a aprovar todos os projetos de autoria do governo e da Câmara Municipal que tramita no legislativo. A Câmara que contratar 38 sem concurso.
Com o critério combinado com o prefeito, o presidente João Wálace vai distribuir 15 cargos de assessores com os vereadores com salário mensal de R$ 2.400,00 que vai gerar uma despesa por mês de R$ 36 mil e R$ 432 mil ate o final do ano. Nos quatro anos, o legislativo vai gastar R$ 1 milhão, 728 mil com os apadrinhados em cargos de assessores parlamentares.
Fora essa contratação de assessores, a despesa com a enxurrada de empregos sem concurso, é maior com mais 23 apadrinhados ganhando salários que variam entre R$ 400 a R$ 3 mil mês.
O total de 23 cargos ficarão a disposição do presidente João Wálace que seguindo o critério da barganha política, poderá distribuir mais 15 cargos para indicação dos vereadores e ficará com oito. “Vereador que votar a favor receberá 2 cargos na Câmara dos 38 e quem ficar contra os projetos do prefeito vai ter apenas um”, disse a fonte.
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